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Plano · Dia 161

Through-the-Bible Reading Plan (365 days)

10/06/2026 · 2 leitura(s)
Ef 6, Ct 1-4
Ef 6
6 1Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. 2Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; 3Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra. 4E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. 5Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo; 6Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus; 7Servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens. 8Sabendo que cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre. 9E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo também que o Senhor deles e vosso está no céu, e que para com ele não há acepção de pessoas. 10No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. 11Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. 12Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. 13Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. 14Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; 15E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; 16Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. 17Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; 18Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos, 19E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho, 20Pelo qual sou embaixador em cadeias; para que possa falar dele livremente, como me convém falar. 21Ora, para que vós também possais saber dos meus negócios, e o que eu faço, Tíquico, irmão amado, e fiel ministro do Senhor, vos informará de tudo. 22O qual vos enviei para o mesmo fim, para que saibais do nosso estado, e ele console os vossos corações. 23Paz seja com os irmãos, e amor com fé da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo. 24A graça seja com todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade. Amém.
Ct 1-4
1 1cântico dos cânticos, que é de Salomão. 2Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho. 3Suave é o aroma dos teus ungüentos; como o ungüento derramado é o teu nome; por isso as virgens te amam. 4Leva-me tu; correremos após ti. O rei me introduziu nas suas câmaras; em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho; os retos te amam. 5Eu sou morena, porém formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão. 6Não olheis para o eu ser morena; porque o sol resplandeceu sobre mim; os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, puseram-me por guarda das vinhas; a minha vinha, porém, não guardei. 7Dize-me, ó tu, a quem ama a minha alma: Onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes descansar ao meio-dia; pois por que razão seria eu como a que anda errante junto aos rebanhos de teus companheiros? 8Se tu não o sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas do rebanho, e apascenta as tuas cabras junto às moradas dos pastores. 9Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó meu amor. 10Formosas são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os colares. 11Enfeites de ouro te faremos, com incrustações de prata. 12Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume. 13O meu amado é para mim como um ramalhete de mirra, posto entre os meus seios. 14Como um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi é para mim o meu amado. 15Eis que és formosa, ó meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas. 16Eis que és formoso, ó amado meu, e também amável; o nosso leito é verde. 17As traves da nossa casa são de cedro, as nossas varandas de cipreste.
2 1Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. 2Qual o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas. 3Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce ao meu paladar. 4Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor. 5Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, porque desfaleço de amor. 6A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace. 7Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira. 8Esta é a voz do meu amado; ei-lo aí, que já vem saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros. 9O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades. 10O meu amado fala e me diz: Levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem. 11Porque eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi; 12Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. 13A figueira já deu os seus figos verdes, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem. 14Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face graciosa. 15Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor. 16O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios. 17Até que refresque o dia, e fujam as sombras, volta, amado meu; faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes de Beter.
3 1De noite, em minha cama, busquei aquele a quem ama a minha alma; busquei-o, e não o achei. 2Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade; pelas ruas e pelas praças buscarei aquele a quem ama a minha alma; busquei-o, e não o achei. 3Acharam-me os guardas, que rondavam pela cidade; eu lhes perguntei: Vistes aquele a quem ama a minha alma? 4Apartando-me eu um pouco deles, logo achei aquele a quem ama a minha alma; agarrei-me a ele, e não o larguei, até que o introduzi em casa de minha mãe, na câmara daquela que me gerou. 5Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis o meu amor, até que queira. 6Quem é esta que sobe do deserto, como colunas de fumaça, perfumada de mirra, de incenso, e de todos os __pós__ dos mercadores? 7Eis que é a liteira de Salomão; sessenta valentes estão ao redor dela, dos valentes de Israel; 8Todos armados de espadas, destros na guerra; cada um com a sua espada à cinta por causa dos temores noturnos. 9O rei Salomão fez para si uma carruagem de madeira do Líbano. 10Fez-lhe as colunas de prata, o estrado de ouro, o assento de púrpura, o interior revestido com amor, pelas filhas de Jerusalém. 11Saí, ó filhas de Sião, e contemplai ao rei Salomão com a coroa com que o coroou sua mãe no dia do seu desposório e no dia do júbilo do seu coração.
4 1Eis que és formosa, meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas entre as tuas tranças; o teu cabelo é como o rebanho de cabras que pastam no monte de Gileade. 2Os teus dentes são como o rebanho das ovelhas tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma há estéril entre elas. 3Os teus lábios são como um fio de escarlate, e o teu falar é agradável; a tua fronte é qual um pedaço de romã entre os teus cabelos. 4O teu pescoço é como a torre de Davi, edificada para pendurar armas; mil escudos pendem dela, todos broquéis de poderosos. 5Os teus dois seios são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios. 6Até que refresque o dia, e fujam as sombras, irei ao monte da mirra, e ao outeiro do incenso. 7Tu és toda formosa, meu amor, e em ti não há mancha. 8Vem comigo do Líbano, ó minha esposa, vem comigo do Líbano; olha desde o cume de Amana, desde o cume de Senir e de Hermom, desde os covis dos leões, desde os montes dos leopardos. 9Enlevaste-me o coração, minha irmã, minha esposa; enlevaste-me o coração com um dos teus olhares, com um colar do teu pescoço. 10Que belos são os teus amores, minha irmã, esposa minha! Quanto melhor é o teu amor do que o vinho! E o aroma dos teus ungüentos do que o de todas as especiarias! 11Favos de mel manam dos teus lábios, minha esposa! Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro dos teus vestidos é como o cheiro do Líbano. 12Jardim fechado és tu, minha irmã, esposa minha, manancial fechado, fonte selada. 13Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes, o cipreste com o nardo. 14O nardo, e o açafrão, o cálamo, e a canela, com toda a sorte de árvores de incenso, a mirra e aloés, com todas as principais especiarias. 15És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! 16Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que destilem os seus aromas. Ah! entre o meu amado no jardim, e coma os seus frutos excelentes!